Fazer renda extra na Internet pode ser uma alternativa para quem quer aumentar o orçamento sem sair de casa, principalmente durante a quarentena causada pela pandemia do coronavírus. Isso é possível por meio de plataformas legais e confiáveis. Ainda que os valores não sejam elevados, as quantias podem servir para complementar a renda e ajudar nas despesas domésticas.

 

1. Responder pesquisas online

Uma possibilidade de ganhar dinheiro na Internet é respondendo pesquisas. Há diversos sites que oferecem essa possibilidade, reunindo questionários de marcas a procura de melhorar produtos e serviços. De maneira geral, essas empresas pagam às plataformas para que encontrem seu público-alvo, e parte desse valor vai para a pessoa que respondeu às perguntas.

Os critérios e forma de pagamento variam de acordo com o site. O Survey Pronto (surveypronto.com), por exemplo, exige que o usuário preencha seus dados completos e direciona as pesquisas conforme o perfil exigido pela marca. A recompensa é em dinheiro, que pode ser resgatado via PayPal ou usado como crédito para compra de itens em lojas parceiras.

Já o My Iyo (myiyo.com) trabalha com sistema de pontos, acumulados conforme se responde a questionários. Quando a soma atinge uma certa quantidade de pontos, o respondente pode converter em dinheiro para resgate. Além do preenchimento das pesquisas, o site dá 600 pontos assim que o usuário se cadastra.

Outras opções disponíveis na Internet são o Você opina (voceopina.com.br), LifePoints (lifepointspanel.com), Toluna (br.toluna.com), QualiBest (qualibest.com), LIVRA (social.livra.com) e Palpito (palpito.com.br), cada um com seu método de pagamento. Todos permitem criar conta gratuitamente, sem necessidade de investimento inicial.

2. Vender fotos

Se você é um fotógrafo profissional ou amador, pode faturar uma grana extra vendendo seus cliques online. A vantagem desse método é que, além de ganhar dinheiro, você cria um portfólio e divulga seu trabalho pela Internet, ajudando na consolidação da carreira.

Um dos portais mais conhecidos para isso é o Shutterstock (shutterstock.com). Além de fotografias, o banco de imagens também aceita ilustrações e vídeos, abrindo o leque para que mais pessoas possam contribuir. Após se cadastrar, você envia suas criações para a plataforma - pelo menos dez - e aguarda a análise. Toda vez que alguém comprar sua imagem, você receberá de 20% a 30% do valor total.

O Dreamstime (dreamstime.com) funciona de forma similar, embora não exija uma quantidade mínima de imagens. O portal, que também recebe vídeos e áudios, paga de 20% a 50% por arquivo vendido. Durante a pandemia do coronavírus, a plataforma está pagando 10% a mais para seus colaboradores. Além disso, fotos exclusivas rendem 10% extra de comissão em caso de compra.

3. Dar cursos online

Dar aulas online é outra boa forma de ganhar dinheiro para quem possui conhecimento técnico ou especializado em alguma área. Marketing, culinária, desenho, idiomas ou instrumentos musicais: independente do tema que você domina, sempre vai ter alguém querendo aprender e vai buscar na Internet para isso.

Entre as opções mais populares está o Udemy. A plataforma conta com cursos gratuitos para ajudar a quem precisa montar seu próprio curso e não sabe por onde. O site também não é muito rigoroso quanto à qualidade do conteúdo, exigindo apenas que as aulas sejam apresentadas em vídeo. O instrutor recebe sua parte do valor via da aula PayPal ou Payoneer.

O Corujito (corujito.com) desempenha um papel semelhante, embora seja mais voltado para professores de disciplinas tradicionais. O portal de Ensino à Distância trabalha com dois métodos: a aula particular e as salas virtuais. No primeiro, você se cadastra escrevendo suas competências e, quando surgir um aluno interessado na sua área de conhecimento, você se candidata para ensiná-lo. Já as salas virtuais são para quem possui uma turma no mundo real e quer virtualizá-la. A plataforma conta com recursos como lousa virtual, controle de microfone e câmera dos alunos, enquetes e chat.

Outra alternativa confiável é o Superprof (superprof.com.br). O serviço EaD permite lecionar aulas nas categorias de artes e lazer, desenvolvimento pessoal, informática, línguas, música, saúde e bem-estar, reforço escolar e esportes e dança. Escolhida sua área, o professor decide se quer dar aulas individuais ou em grupo (ou ambas) e publica o anúncio do seu curso.

4. Testar sites e apps

Você também consegue ganhar dinheiro testando sites e aplicativos. A lógica é similar a das pesquisas online: o usuário será pago para ajudar a aprimorar um produto. No geral, o testador deve executar ações determinadas pela plataforma, como abrir o menu de configurações do app ou encontrar a página de fale conosco de um site, por exemplo. O tempo de demora para que a tarefa seja cumprida ajuda aos desenvolvedores a entender se a usabilidade está boa ou não.

O Userfeel (userfeel.com) é um dos que funcionam dessa maneira. Nele, quem está realizando o teste deve gravar a tela do site ou aplicativo e ir falando o que está achando da experiência de usuário. Cada teste vale US$ 10 (cerca de R$ 53), pagos via PayPal.

Já o Enroll (enrollapp.com) trabalha com perguntas. Primeiro você cria um cadastro fornecendo informações como hábitos online, nível educacional e ganhos anuais. Depois, responde às questões feitas por empresas, que podem "curtir" suas respostas. As curtidas e feedbacks positivos dão distintivos ao usuário, que, ao atingir certo número de distintivos, recebe dinheiro.

O Userlytics (userlytics.com) também apresenta perguntas aos seus testadores, que podem receber de US$ 5 (cerca de R$ 25) a US$ 90 (R$ 480), dependendo do projeto. Os valores são depositados via PayPal.

 
 
 

Marketing digital é o conjunto de atividades e estratégias utilizadas por uma empresa para vender em ambientes digitais. Para isso, a companhia faz uso de diferentes tecnologias que incluem, por exemplo, sites, blogs, e-mail marketing, buscadores como o Google e redes sociais, como Facebook, Instagram, Linkedin, WhatsApp, Twitter e Youtube.

Essa área do marketing já vinha crescendo há um tempo, mas ganhou ainda mais relevância nas empresas por conta da crise gerada pelo coronavírus. Nesse período, as medidas de isolamento social impulsionaram as compras pela Internet e levaram para as lojas online até mesmo os clientes que antes compravam apenas em lojas físicas. A seguir, entenda o que é marketing digital e veja dicas para aplicar em empresas:

O que é marketing digital e para que serve?

O marketing digital é um conjunto de estratégias e ferramentas usadas para ajudar a promover uma marca e vender produtos e serviços no ambiente digital. Nesse caso, a publicidade da empresa é projetada para dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares, tablets e iPads. Além do ambiente corporativo, o marketing digital também é utilizado em instituições, como governos, ONGs e fundações, e por pessoas, como youtubers.

 

O principal objetivo do marketing digital é aumentar a exposição da marca para os consumidores e, consequentemente, as vendas. Também é altamente eficaz para aumentar oportunidades de novos negócios e melhorar a comunicação com o público alvo. Por isso, ele é recomendado para qualquer companhia, independente do tamanho. Vale ressaltar que o uso do digital não exclui a possibilidade de a empresa fazer o marketing tradicional, como anúncios impressos em jornais e revistas, panfletos, outdoors e comunicação por telefone, desde que este seja uma alternativa rentável para a empresa.

Por que é vantajoso para empresas investir em marketing digital?

O marketing digital é altamente eficaz para atrair mais clientes por conta da interatividade que o ambiente digital proporciona com os consumidores. Além disso, ele atinge o público mais rápido e permite, por meio de ferramentas específicas, entender melhor as preferências dos consumidores, mensurar os resultados das vendas e melhorar a experiência dos clientes para fidelizá-los cada vez mais.

Outra vantagem é que a preferência pelo uso da Internet na compra de bens e serviços tem aumentado exponencialmente durante a pandemia. Um estudo global divulgado pela ACI Worldwide, empresa de sistemas de pagamento eletrônico, mostra que as vendas no e-commerce cresceram 28% em junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. Já um levantamento feito pela empresa Salesforce, intitulado Consumidor e Força de Trabalho, que ouviu 3.500 pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália e no Brasil, mostra que 79% dos brasileiros estão navegando mais na Internet e que 90% dos entrevistados pretendem continuar comprando produtos essenciais pela Internet mesmo depois que diminuir a ameaça da COVID-19.

Quais são as principais estratégias?

O marketing digital envolve uma série de estratégias para que de fato uma empresa possa atingir a chamada “presença digital”. O uso de redes sociais, sites institucionais e blogs são alguns exemplos dessas ações para alcançar os clientes. Nesses espaços, é possível falar sobre a empresa, os produtos, seus diferenciais e também efetuar as vendas. Além disso, a marca ainda pode atrair clientes em potencial com a divulgação de conteúdos de interesse do público alvo.

É nesse momento que entra o marketing de conteúdo, outra estratégia bastante utilizada cujo objetivo é trazer algum tipo de benefício ou resolver problemas dos clientes sem necessariamente falar da empresa. Alguns exemplos são uma academia que mantém um blog com dicas de saúde ou uma empresa de TI que divulga posts com possíveis soluções para os problemas mais comuns com Internet nos escritórios.

O uso de SEO (Search Engine Optimization, na sigla em inglês) também é altamente recomendável para fazer com que a empresa seja mais facilmente encontrada pelos buscadores como o Google. Com um pouco de verba também é possível investir na estratégia de links patrocinados, que são anúncios que aparecem de forma destacada entre os resultados da busca, e que podem render ótimos resultados.

Quais são as principais ferramentas utilizadas?

O marketing digital também é feito com o apoio de ferramentas de análise e automação que facilitam a gestão, monitoramento e mensuração de resultados das ações. Existem muitas opções gratuitas como o Google Analytics, umas das mais conhecidas ferramentas de análise capaz de acompanhar o tráfego de um site, e-commerce ou aplicativo. Além disso, é muito útil para a empresa aderir a ferramentas de redes sociais, como Postgrain e Hootsuite, que permitem agendamento de posts e acompanhamento de métricas, e de e-mail marketing, como Mailchimp para fazer a automação de disparo de newsletters.

Na área de gestão, é possível contar com boas ferramentas que ajudam organizar pessoas e projetos, como o Trelllo, Slack e Asana. Existem também plataformas de automação de marketing que fazem o gerenciamento de redes sociais, e-mail marketing, análises e integração com CRM (Customer Relationship Management, na sigla em inglês) em um só lugaar. Entre as mais conhecidas estão a RD Station e HubSpot. Vale lembrar ainda das ferramentas de Design, pois o conteúdo visual também é muito importante. Para empresas que não dispõe de profissionais dessa área, o Canva é uma boa opção para montar templates de posts e vídeos para redes sociais.

Como fazer um planejamento de marketing digital?

Como acontece com qualquer estratégia na área de negócios, o marketing digital também precisa de planejamento para dar certo. O primeiro passo é estabelecer o objetivo da marca com aquelas ações. Alguns exemplos são: vender um produto online; direcionar clientes para as lojas físicas; aumentar a exposição da empresa na Internet para que mais pessoas a conheçam; se tornar uma marca mais relevante; melhorar o atendimento e a orientação; ou ainda gerar “leads”, expressão que significa alcançar pessoas que podem ser clientes em potencial, mas que ainda não aderiram à empresa.

Também é fundamental escolher os canais que mais dão certo para os clientes, como site, blog ou redes sociais, e definir em quais estratégias a marca vai investir tempo e dinheiro. Para isso, a dica é conhecer o público alvo e estudar suas preferências. É válido também observar a concorrência e tentar criar um diferencial. Além disso, é importante fazer um cronograma para as ações, o que ajuda a manter o foco, os prazos e facilita a mensuração posteriormente, já que as informações estarão organizadas em documentos, como as planilhas do Excel.

Onde aprender sobre marketing digital?

É possível fazer cursos gratuitos e encontrar informações na Internet para aprender a fazer Marketing Digital e melhorar a performance dos negócios. Alguns sites oferecem certificados que podem ser colocados no currículo. É o caso da agência Rock Content, que oferece uma certificação ao aluno após a realização de uma prova online.

 

Plataformas como a Udemy e Coursera também possuem formações gratuitas, além de cursos pagos. O Sebrae oferece outra boa opção de cursos de marketing digital e sobre mais temas que ajudam as PMEs (pequenas e médias empresas) a se prepararem para a transformação digital dos negócios. Outra dica é a Hotmart, que tem também vasto conteúdo em vídeo e texto para quem deseja estudar o assunto.

O Marketing Digital cresceu e tem algumas áreas de especialização. Descubra as que estão em evidência

O Marketing é uma área quase onipresente. Ao desenvolver ações para promover marcas, campanhas e produtos, toda empresa precisa de profissionais de Marketing para atingir seus potenciais clientes. Hoje, poucos segmentos não usam a internet para isso.

Quantas propagandas ou posts patrocinados você encontra quando rola o feed das suas redes sociais? E quantas vezes você não teve vontade de comprar um produto que um influenciador, ou uma publicidade, indicou? Tudo isso faz parte da área chamada Marketing Digital, que, como o próprio nome diz, atua especificamente por meio das mídias digitais.

Descubra quais áreas de Marketing Digital existem e como trabalhar em cada uma:

 

Analista de mídias sociais

Também conhecido como o “social media”, esse profissional é responsável por cuidar das redes sociais de uma empresa. Imagine passar o dia todo criando conteúdo para Instagram, Twitter, YouTube, Tik Tok… É quase isso. Apesar de parecer muito divertido, esse profissional tem que estar atento aos assuntos do momento e ter um olhar analítico. Além disso, o social media precisa produzir conteúdo com criatividade e responsabilidade para conectar a marca e seus consumidores.

Apesar de ser uma vaga essencial nas equipes de Marketing, também é aquela que tem a maior procura. Para atuar, a formação nas áreas de Comunicação é recomendada, mas não obrigatória. É importante ter grande conhecimento sobre todas as mídias sociais e alguma experiência com produção de conteúdo. O conhecimento em Design Gráfico também é desejado.

 

Growth Hacker

Calma! Tudo bem se você não entender o nome dessa profissão. Os termos em inglês são comuns, até excessivos, no Marketing e podem confundir. Simplificando, o growth hacker é responsável por desenvolver estratégias para aumentar o crescimento de uma empresa em pouco tempo. Por isso, é preciso ter amplo conhecimento de praticamente todas as áreas do Marketing Digital. O seu diferencial é desenvolver soluções criativas e diferenciadas a partir de experimentos.

Esse “hacker” deve ser bom com estratégias, métricas e análises. Uma característica importante é o conhecimento em linguagens de programação. E apesar de, aqui no Brasil, essa profissão estar apenas começando a se popularizar, ela já é considerada essencial para as empresas do Vale do Silício. A organização educacional desse centro de tecnologia, a Udacity, lançou o primeiro programa de três meses para a formação desse profissional, chamado Growth Product Manager, mas o curso é só em Inglês. Com poucos cursos reconhecidos disponíveis, grande parte dos profissionais são autodidatas. Mas são valorizados conhecimentos da área de Marketing, análise de dados e programação.

 

Analista de SEO (Search Engine Optimization)

De forma muito simples, o especialista em SEO é o responsável por colocar a página da sua empresa em posições de destaque nas pesquisas no Google e outros mecanismos de busca. “Search Engine Optimization” significa “otimização do mecanismo de pesquisa”, ou seja, aperfeiçoar a partir de técnicas uma página na internet para que ela esteja boa o suficiente para aparecer como o primeiro resultado nas páginas de busca – aquele em que nós normalmente clicamos, certo?

Para ser um analista de SEO é preciso ter uma ótima escrita, um nível básico de conhecimento de programação e dominar as ferramentas. Apesar de não existir um curso de graduação, há diversos cursos livres que ensinam as técnicas e conhecimentos da área.

 

Analista de e-commerce

O e-commerce, ou comércio eletrônico, revolucionou o setor. Tanto que as lojas precisam de profissionais especializados para tais tarefas. Sua função principal é cuidar do processamento dos produtos e pedidos recebidos. Mas o analista também é responsável pela manutenção da loja virtual, criação de campanhas nas mídias digitais e suporte ao cliente.

Um analista de e-commerce precisa ter responsabilidade e organização, além de conhecimentos em ferramentas específicas de e-mail marketing e atendimento ao consumidor, mas não precisa ser formado em nenhuma área específica. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) fornece uma lista com cursos reconhecidos por eles que oferecem uma certificação oficial.

 

Analista de Mídia Paga

Também conhecido como o analista de performance, sua principal função é criar e coordenar as campanhas pagas das mídias digitais. Você já se deparou com um post no feed do Instagram marcado como “publicidade”? Ou percebeu que os primeiros resultados nas buscas do Google são identificados como “anúncios”?

O truque dessas publicidades é que a empresa paga por clique feito naquele conteúdo. Dessa forma, o foco do profissional é aumentar o número de cliques com o menor investimento possível.

Uma formação em Comunicação ou Marketing é comum para analistas de mídia paga, mas não é obrigatória. Para atuar, é necessário um olhar analítico e conhecimento sobre as plataformas de anúncios de cada uma das mídias digitais. Os cursos especializados de Marketing Digital ou de Marketing de Conteúdo costumam abranger essa área, mas também é possível encontrar cursos específicos em escolas com foco na área, como o da ComSchool, parceira da ABComm, de Business Intelligence de Performance.

Confira cursos, eventos e palestras que serão disponibilizados online para ajudar quem tem ou quer começar um negócio

A crise pode ser uma oportunidade. Com a pandemia de coronavírus, muitas associações, empresas e universidades estão organizando eventos online para ajudar o empreendedor que está precisando se reinventar neste momento.

1 –  Nexxt TD

Data: entre os dias 3 e 7 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site
Onde: inscritos receberão link de acesso por e-mail

A Nexxt Education, escola de empreendedorismo fundada por Gustavo Caetano, fundador da Samba Tech, em parceria com a Mit Technology Review, Algar, Cielo e Dito, realizará a Nexxt TD com o objetivo de compartilhar conhecimento, tecnologia e interatividade. O evento, que vai discutir a utilização da tecnologia a favor das empresas, estratégias da transformação digital, mercado, tendências e desafios e oportunidades desse setor, contará com a participação de grandes nomes do ecossistema de startups e inovação, como Paulo Caffarelli, presidente da Cielo; Eduardo L´Hotellier, cofundador da GetNinjas; Sérgio Furio, fundador da Creditas; entre outros.

2 –  3° Fórum de Negócios de Impacto da Periferia 

Data: dias 3 e 4 de agosto, das 15h às 16h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

O 3° Fórum de Negócios de Impacto da Periferia contará com 19 palestrantes ligados ao ecossistema empreendedor e ao afroempreendedorismo para falar das diversas formas de inclusão produtiva em cinco dias de evento online. O objetivo é abrir diálogo sobre diferentes segmentos do ecossistema de negócios sociais para empreendedoras e empreendedores das periferias das cidades, tendo a colaboração de fomentadores, empreendedores, investidores e atores relevantes ligados aos negócios de impacto social.

3 –  Como criar influência no YouTube

Data: de 3 a 7 de agosto, às 7h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site
Onde: inscritos receberão link de acesso por e-mail

Para ajudar quem deseja criar influência e monetizar na maior plataforma de vídeo do mundo, Raiam Santos, um dos maiores especialistas em vendas na internet, realizará a Semana do Youtube. Ele irá ensinar aos participantes como criar um canal do zero, atrair a audiência certa, técnicas de produção de vídeo, estratégia de viralização de conteúdo, monetização e o passo a passo para um bom ranqueamento.

4 –  Gupy Conecta

Data: dias 3, 4, 5 e 6 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site
Onde: inscritos receberão link de acesso por e-mail

O evento é voltado para gestores, líderes e profissionais da área de recursos humanos e será realizado em formato 100% online e gratuito, com 72 palestrantes, 46 horas de conteúdo, atividades de bem-estar e lives com personalidades como a vencedora do BBB, Thelma Assis, e o professor e doutor Mario Sergio Cortella. Alguns dos palestrantes são nomes como Ruy Shiozawa, presidente da Great Place to Work Brasil; Guilherme Sant’Anna, da XP Investimentos; Sergio Povoa, da OLX; e Viviane Mansi, presidente da Fundação Toyota do Brasil.

5 –  Varejotech Conference 2020

Data: de 3 a 5 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A edição 2020 da Varejotech Conference, com a participação da brMalls, vai ajudar empresas e profissionais a se manterem competitivos diante da mudança do comportamento do consumidor, em um momento crucial para a retomada do setor por conta da crise provocada pela covid-19. Organizado pela Start.se, os encontros virtuais com os principais nomes do varejo no Brasil e no mundo em mais de 20 palestras vão oferecer aos empreendedores soluções e oportunidades para expansão do negócio no meio digital e novas estratégias de conexão com os novos hábitos do cliente.

6 –  Jornada Sudeste – Estação Hack na Estrada

Data: de 18 a 21 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: inscrições até 3 de agosto, pelo site

Facebook e Artemisia se uniram na Estação Hack Na Estrada virtual para apoiar startups de impacto de todo o Brasil. As jornadas regionais serão conduzidas pela Artemisia, organização pioneira no apoio a negócios de impacto social no Brasil. A iniciativa busca criar conexões entre empreendedores e mentores, além de dar acesso a conteúdos práticos e de inspiração, tendo por foco empreendedores de impacto social.

7 –  O que esperar quando se está esperando: o futuro da relação entre marca e consumidor

Data: dia 4 de agosto, às 12h
Custo: gratuito
Onde: pelo YouTube

A live tem como objetivo abordar as novas possibilidade pós pandemia, entre a rotina empresarial, principalmente na relação entre marca e consumidor. A porta-voz da live é a Mônica Schimenes, fundadora e presidente do grupo de comunicação MCM Brand Group. A convidada para a live é Luiza Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

8 –  Marketing de Conteúdo Live Show

Data: dias 4 e 5 de agosto, às 13h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site
Onde: pelo YouTube

Evento ao vivo com mais de 15 entrevistas e 6 horas de programação especial sobre marketing de conteúdo. Dividido em dois dias, o evento vai abordar temas como o papel do conteúdo no cenário atual, carreira na área, branded content, SEO, redes sociais, Inbound Marketing, automação de marketing, formatos, canais, distribuição, o futuro do marketing de conteúdo, tendências para os próximos anos e mais. Entre os participantes confirmados, estão Beatriz Guarezi (Liv Up), Stephanie Celentano (BTG Pactual), André Siqueira (Resultados Digitais), Vitor Peçanha (Rock Content) e Valéria Soares (Minha Vida).

9 –  EqSeed Talks: Como replicar o sucesso mundial do Equity Crowdfunding no Brasil

Data: dia 4 de agosto, às 13h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Este evento, organizado pela EqSeed, tem com objetivo discutir as futuras mudanças da instrução 588 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e as melhores práticas do setor no mundo. Participam do debate nomes de peso do mercado internacional, como Jeff Lynn, cofundador da Seedrs, plataforma britânica, Sherwood Neiss, sócio da consultoria americana Crowdfund Capital Advisors, Greg Kelly, ex-Lloyds Bank Mercado de Capitais e sócio-fundador da EqSeed, e Antonio Carlos Berwanger, Superintendente da CVM.

10 –  Webinar ANPEI e Embrapii – “Fomento à inovação – startups e pequenas empresas”

Data: dia 4 de agosto, às 15h
Custo: gratuito
Onde: pelo YouTube

Neste encontro virtual, a ANPEI se une a Embrapii para debater o fomento à inovação em pequenas e médias empresas e a importância deste incentivo para as pequenas empresas, sobretudo startups. Participam do webinar José Luiz Gordon, diretor de planejamento e gestão da Embrapii, e Renata Perina, coordenadora do comitê indústria e startup da ANPEI e líder de inovação e serviços digitais LATAM da 3M.

11 –  Webinar Nexen + Sungrow 

Data: dia 4 de agosto, às 18h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

O Webinar de energia solar Nexen + Sungrow contará com a participação de Gustavo das Chagas, gestor do departamento técnico da Nexen, e Isaque Guanabara, especialista de produtos da Sungrow. Os dois debaterão e darão dicas para integradores de como melhorar suas vendas e processos dentro do mercado de energia solar, que está em alta após o Governo Federal anunciar a retirada de impostos de importação de equipamentos desse segmento até o final de 2021.

 

12 –  Summit Contábil

Data: dia 4 de agosto, às 18h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A startup Omie, de gestão em nuvem, promove o Omie Summit Contábil Digital. O encontro tem como objetivo o compartilhamento de novidades da empresa e reforça o papel dos profissionais contábeis como parceiros estratégicos na transformação do ecossistema empreendedor brasileiro.

13 –  Exponential

Data: dias 04, 05 e 06 de agosto, das 18h às 20h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Com o intuito de discutir a retomada da economia e principalmente o retorno das atividades dentro das empresas, o Exponential reunirá grandes nomes do mercado em uma mesa redonda online de 04 a 06 de agosto. Os convidados que participarão do evento são: Emerson Rodrigues da Superlógica, Thaís Karam do EBANX, Thiago Rocha da Resultados Digitais, Silvana Fernandes da Pontomais, Olivia Meira da BotiLabs (Grupo Boticário), Bruno Soares da Feedz, Fernanda Camargos e Larissa Pacífico da dti digital, Arthur Guedes e Rafael Pimenta da Hotmart, Gustavo Ramos da CoBlue, Marcelo Mendonça da Microsoft e Robson Almeida, Gustavo Araújo e Gustavo Comeli, do Distrito.

14 –  Cenário atual do mercado de fintechs

Data: dia 4 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Onde: pelo YouTube

Luciano Tavares, fundador e presidente da fintech Magnetis, e Anderson Thees, fundador e sócio diretor da Redpoint eventures, se unem para comentar o aporte da Magnetis liderado pela Redpoint eventures e o cenário atual do mercado brasileiro de investimentos e de fintechs.

15 –  Líderes que Impulsionam: presidente do Grupo In Press

Data: dia 6 de agosto, às 20h
Custo: gratuito
Onde: pelo Instagram

Liderar um grupo de 500 pessoas pode não ser uma das tarefas mais fáceis. Mas, a Kiki Moretti tira de letra. Presidente do Grupo In Press, Kiki fundou a empresa há 32 anos e vai contar sua trajetória inspiradora para a presidente da Agência A+, Tatiana Marzullo, na live Líderes que Impulsionam.

16 – Mercado de investimentos e as melhores práticas durante a crise

Data: 5 de agosto, a partir das 17h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Na próxima quarta-feira, a fintech IOUU realizará um webinar gratuito sobre o mercado de investimentos. Os presidentes Bruno Sayão, da IOUU, e Felipe Souto, da Bloxs Investimentos, debaterão sobre investimentos alternativos, quais os modelos indicados para os próximos meses, a importância da diversificação na carteira de investimento, as vantagens do Peer-to-Peer, além das projeções sobre o mercado de investimentos para 2021.

17 –  Live Registro de Marcas e Patentes

Data: dia 5 de agosto, às 20h
Custo: gratuito
Onde: pelo Instagram

Claus Malamud, especialista em mercados asiáticos e comércio exterior, realiza com Pedro Henrique de Andrade Alves, especialista em propriedade intelectual, a live ” Registro de Marcas e Patentes”. Nela, os dois especialistas irão explicar tudo o que você precisa saber para registrar e proteger sua ideia ou marca tanto no Brasil quanto no exterior.

18 –  Gama Experience Brasil – edição 35

Data: de 7 de agosto a 12 de setembro, das 9h às 18h, aos sábados
Custo: 1.795,20 reais
Inscrições: até dia 5, pelo site

Durante essa pandemia, a Gama Academy, escola que capacita estudantes e profissionais para o mercado digital, modificou sem principal produto, o Gama Experience para ser 100% online. O programa de imersão tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento e aperfeiçoamento de habilidades técnicas e comportamentais com foco no mercado digital. Com duração de cinco semanas, o programa forma pessoas para encarar os desafios do mercado de trabalho nas áreas de programação, design, marketing e vendas.

 

19 –  Insumos na jurisprudência administrativa e judicial

Data: dia 6 de agosto, às 11h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site 

A equipe do escritório Zilveti Advogados organiza uma série de lives voltadas para ajudar a solucionar as principais dúvidas dos empresários sobre temas jurídicos. Neste semana, Fernando Zilveti, Marcela Cavallo e Roberto Codorniz debatem sobre os insumos na jurisprudência administrativa e judicial.

20 –  Academia e Indústria: Investimento e Relacionamento Para a Inovação Durante e Pós-pandemia

Data: dia 6 de agosto, das 16h às 17h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Em novo formato, agora online, o projeto Teias da Inovação MCTI promove mais um evento gratuito na quinta-feira, dia 6. Desta vez, o programa abre espaço para o debate sobre os mecanismos de fomento e investimento na academia e indústria e como tais ecossistemas precisam se organizar, no “novo cenário”, para dar sequência ou iniciar projetos de inovação. Entre os palestrantes estão Carlos Américo Pacheco, presidente da Fapesp; Sebastião Sahão Jr., presidente do CPQD; Marcelo Oromendia, presidente da 3M. Vanderleia Radaelli, especialista líder em ciência e tecnologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento, será a mediadora.

21 –  Webinar Impacto da covid-19 nos pequenos negócios

Data: dia 06 de agosto, às 16h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

Neste webinar, a plataforma de gestão em nuvem Omie analisa o impacto da covid-19 nos pequenos negócios. O evento será ministrado por Rafael Moreira, analista técnico da Unidade de Competitividade do Sebrae Nacional, responsável por levantar os efeitos da pandemia nos pequenos negócios.

22 –  Papo Fintech – Formatos inovadores de acesso ao crédito

Data: dia 6 de agosto, às 17h
Custo: gratuito
Onde: pelo YouTube

A agência de comunicação SevenPR realiza a live Papo Fintech com o tema “Formatos inovadores de acesso ao crédito”. O evento terá a participação de Wagner Mendonça, diretor de desenvolvimento de negócios da PayJoy, Bruno Diniz, líder para a América do Sul da FDATA e autor do best seller “O Fenômeno Fintech” e André Wetter, cofundador da fintech a55.

23 –  Como o marketing digital pode impulsionar o seu negócio?

Data: dia 13 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Onde: pelo Instagram

A especialista em marketing digital, Elis Monteiro, fará uma live inédita no Instagram da Agência A+, sobre como impulsionar negócios e carreiras por meio do marketing digital. A professora de pós-graduação da ESPM, FGV e IBMEC vai dar dicas imprescindíveis para você, empreendedor, potencializar sua atividade nas plataformas digitais.

 

24 –  Liderança em Momentos de Disrupção 

Data: dia 6 de agosto, às 19h
Custo: gratuito
Onde: pelo Instagram

Para debater sobre “Liderança em Momentos de Disrupção”, Melissa Guimarães, diretora de RH do Olist, convidou o técnico da seleção de vôlei brasileira, Bernardinho. A conversa acontecerá nos perfis do instagram da Startup e do empresário.

25 –  Live ELAS – Pitch de Elevador

Data: dia 6 de agosto, às 20h
Custo: gratuito
Onde: pelo Instagram

Nesta live, Amanda Gomes, uma das cofundadoras da startup ELAS, focada no desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres, dá uma aula prática de Pitch de Elevador com dicas de como se vender em um minuto de forma que as pessoas se lembrem do seu potencial.

26 –  Como ser produtivo no home office

Data: dia 6 de agosto, às 21h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A produtividade no trabalho remoto nunca foi tão debatida como durante os meses de isolamento social. Agora que muitas empresas decidiram adotar o home office como ferramenta fixa de seus negócios, os profissionais terão que aprender a conviver com essa forma de trabalho. Pensando nesta necessidade, a especialista em comportamento, Karina Pólido, desenvolveu uma aula gratuita que irá trabalhar aspectos determinantes para produtividade.

27 –  Quero Captação 4.5 – Evento para gestores de instituições privadas de ensino

Data: dia 6 de agosto
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A educação foi um dos setores que mais sentiu o impacto da pandemia. Do lado dos alunos, perda de renda, aulas presenciais suspensas e migração para o EaD. Do lado das faculdades, campus fechados, inadimplência e evasão. A primeira edição virtual do Quero Captação reunirá executivos do setor, como o fundador do FinancIES (Fórum dos Executivos de Finanças das Instituições de ensino), Adriano Dias; representantes do setor público, como a Gestora de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, Débora Garofalo; educadores, como José Couto Júnior, eleito Educador do Ano em 2018; e representantes empresas de tecnologia como Flávio Rabelo, diretor da Quero Educação, e Daniel Infante, fundador da Educa Insights. Esses e outros nomes serão divididos em três Trilhas: Futuro, Acadêmico e Captação/Retenção, para ampliar o diálogo sobre cada um dos temas e ajudar, principalmente, gestores de instituições de ensino privadas pequenas e médias que estejam sofrendo os impactos da pandemia.

28 –  English language & Tech webinar

Data: dia 7 de agosto, às 13h
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A quarentena obrigou os professores a se adaptarem rapidamente ao ensino online e à distância. Como muitas escolas decidiram manter as aulas à distância, a tecnologia se tornou essencial no novo cenário. O Programa de Extensão em língua inglesa InterConnection e a Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. está promovendo uma palestra sobre como integrar ao ensino o Google Sala de Aula com o WhatsApp. O público alvo são professores e profissionais da educação.

29 – Product Masterclass

Data: dia 7 de agosto, às 19h
Custo: de 15 a 100 reais
Inscrições: pelo site

A 1ª edição do Product Masterclass, promovido pela startup Bossabox, contará com série de 20 encontros ao vivo para absorver o que os principais profissionais do mercado de tecnologia estão discutindo dentro das maiores empresas do país. Totalmente online e voltado para profissionais experientes, o evento promove uma visão holística de produtos digitais, abordando todos os lados desse universo. Agile, Frameworks e UX, além de tendências em tecnologia, dados e inovação estão entre os tópicos a serem discutidos. A BossaBox ainda reverterá todo o dinheiro arrecadado pelos ingressos para as iniciativas de capacitação de mulheres em tecnologia da Reprograma.

30 –  SANARCON 

Data: dia 8 de agosto, a partir das 8h30
Custo: gratuito
Inscrições: pelo site

A startup Sanar, de ensino para médicos, promove o seu primeiro congresso de medicina, o SANARCON. O evento visa conectar médicos e estudantes para debater o impacto da covid-19 na medicina e outros temas como carreira, negócios e tecnologia no setor. Thelma Assis, Miguel Nicolelis, Clóvis de Barros e Yaron Savoray serão os principais palestrantes do evento.

31 –  Workshop de Oratória

Data: dia 8 de agosto, das 9h às 13h
Custo: 397 reais
Inscrições: pelo site

A ELAS, startup focada no desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres, já capacitou mais de 8.000 mulheres com seus cursos e workshops. Devido à pandemia, elas foram para o modelo online. Neste curso de oratória prático, as professoras irão ensinar técnicas e dicas de como alcançar resultados em suas apresentações e reuniões.

O que é um lead - Um Sales Lead ou prospecto é um usuário que demonstra interesse em seu produto ou serviço e tem uma alta probabilidade de se tornar um cliente, ou seja, fazer uma compra ou contrato. Esse interesse se manifesta ao compartilhar suas informações de contato com você, como seu e-mail ou perfil nas redes sociais, o que permite lhe enviar informações adicionais.

Essa definição pode variar um pouco dependendo do setor em que é usada. Por exemplo, para algumas empresas, um lead é um usuário prestes a fazer uma compra, enquanto que no Marketing Digital é qualquer usuário que forneça suas informações de contato.

Apesar dessas diferenças, o que não muda é que o lead é um usuário que entrou no nosso funil de vendas e agora temos uma maneira de rastreá-lo.

 o que e um lead

O que é um lead - Para que servem os leads?

No Marketing Digital moderno, a quantidade de informação disponível faz com que os consumidores pesquisem por si mesmos nas redes sociais, guias de compras, sites de comparação, vídeos de outros usuários, entre outros, tudo o que ele precisa saber antes de comprar algo.

De fato, é muito provável que a maioria dos consumidores já tenha entre 60% e 90% da Buyer’s journey percorrida no momento em que eles entram em contato com você. Mas ter todas essas informações do outro lado da tela é o equivalente a percorrer um corredor infinito de vitrines, sem nenhum tipo de interação.

Gerar leads é uma forma de convidá-los gentilmente para que entrem e vejam seus produtos, promover um diálogo e assim oferecer informações e promoções que lhes interessem. Ou seja, os leads servem para dar atenção aos seus clientes em potencial.

 

O que é um lead | Como os leads são gerados?

A geração de leads não é coletar e-mails de todos os seus visitantes, mas apenas daqueles que têm um valor como clientes potenciais. Normalmente, esses usuários acessam seu site por meio de um anúncio (SEM) ou uma pesquisa no Google (SEO), esperando se beneficiar das informações que você oferece.

Aqueles que foram atraídos pela publicidade chegam a uma landing page que através de textos persuasivos convidam o usuário para se cadastrar em troca de alguns benefícios. Por outro lado, aqueles que chegaram pelo SEO recebem um conteúdo adicional com mais valor (como uma publicação para download ou um recurso multimídia) em troca de suas informações de contato. Esses convites são comumente chamados de “Lead magnets“.

Após criar um banco de dados de leads, ele deve ser dividido e classificado de acordo com as três seções do funil de vendas, a fim de enviar a cada uma delas as informações e promoções mais eficazes.

 

O que é um lead | Quantos leads devo gerar?

O objetivo final do Marketing é aumentar suas vendas e, portanto, o número de leads que você recebe não é tão importante quanto sua qualidade.

É muito fácil gerar grandes quantidades de “leads” usando técnicas eticamente questionáveis, como o Lead Shaming ou falsas promessas, mas é muito provável que quase todos os usuários que forneçam seu e-mail por meio dessas táticas acabem marcando suas mensagens como spam na primeira oportunidade. Essas práticas agressivas só conseguem gerar rejeição nos usuários que realmente valem a pena.

Portanto, embora seja uma boa ideia estabelecer uma meta de leads gerados, dependendo de seus indicadores de tráfego, é mais importante conhecer as necessidades do seu Buyer persona e definir uma meta de porcentagem de conversão.

 

Você precisa da ajuda de um especialista?

A geração de leads é um objetivo muito comum em campanhas de Marketing Digital. Na Workana você pode encontrar, em questão de minutos, freelancers com vasta experiência no desenvolvimento de campanhas de Marketing eficazes.

Um especialista em Marketing online pode determinar quais tipos de leads magnets sua empresa precisa desenvolver e onde você pode colocá-lo. Um designer gráfico freelance te ajudará a criar designs atrativos para esses leads magnets (por exemplo, para uma janela pop-up com um formulário de captura de dados).

Além disso, um copywriter (ou redator comercial) pode trabalhar na elaboração de textos curtos, mas persuasivos, para aumentar o interesse dos usuários. Por outro lado, um desenvolvedor web será responsável por habilitar o funcionamento do lead magnet no site e no banco de dados.